Trabalhadores dos Correios de Ponta Grossa entram em greve

Segundo a empresa, os sindicatos de Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Ceará aderiram a greve; 91% do efetivo permanece em atividade
Os Sindicatos de trabalhadores dos Correios em nove estados realizam, desde quarta feira (17), uma greve por tempo indeterminado contra medidas adotadas pela estatal e pela falta de um acordo coletivo e reajuste salarial para a categoria.
Os sindicatos que aderiram a medida foram os do Ceará, Paraíba, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Dos 36 sindicatos que representam os trabalhadores da estatal, 24 não aderiram ao movimento de paralisação.
De acordo com a empresa, todas as agências funcionam normalmente e as entregas seguem sendo realizadas em todo o território nacional nesta quinta-feira (18). Conforme os Correios, 91% do efetivo da companhia operou normalmente na quarta.
Medidas contingenciais foram tomadas para evitar possíveis impactos operacionais, de forma que garanta a continuidade dos serviços essenciais à população.
O ACT trata-se da negociação direta entre o sindicato dos trabalhadores e uma ou mais empresas. O documento estabelece condições e benefícios específicos para os funcionários daquela empresa ou grupo empresarial, sem efeito para outras categorias ou empregadores.
O órgão propôs, após realizarem as audiências de mediação, um acordo com duração de dois anos, que visa preservar os benefícios, continuidade, estabilidade e respeito aos colaboradores dos Correios, mesmo em um cenário econômico-financeiro considerado “desafiador para a empresa.”
Os sindicatos determinaram greve por tempo indeterminado contra medidas adotadas pela estatal e pela falta de um acordo coletivo.
Veja quais são os pedidos da categoria:
Reajuste salarial com reposição da inflação;
Manutenção de direitos históricos do ACT;
Adicional de 70% nas férias;
200% para trabalho aos fins de semana;
“Vale-peru” de R$ 2.500.







