Celular: o vício que desliga o bebê, a infância do mundo real, e chega a criança desconectada

Por Lurdes Maria – Graduação Superior Psicóloga. Atuo como Terapeuta – Terapia de Casal, Terapia Familiar, Terapia Individual, Terapia Ambiente de Trabalho, Terapia no Método na Análise Corporal Comportamental. WhatsApp; (42) 99992 0018 visite: lurdesmariamieth.com.br, Google meu negócio, @lurdesmariamieth.
O celular entregue ao bebê pode parecer apenas uma distração inocente, mas na verdade abre caminho para um hábito que se estende à infância. A criança cresce acostumada a buscar estímulos rápidos e constantes, desligando-se das situações reais ao seu redor.
Esse afastamento precoce do mundo concreto compromete o desenvolvimento da atenção, da imaginação e da capacidade de se relacionar. Podendo ali se instalar dificuldade doentias, e que prejudicam não somente a ela e sim muitos ao seu redor.
Com o tempo, o celular deixa de ser apenas um objeto de entretenimento e passa a ocupar o lugar de experiências fundamentais. Brincadeiras, conversas e descobertas simples do cotidiano são substituídas por horas diante da tela. A criança, em vez de explorar o ambiente, interagir com outras pessoas e aprender com o contato humano, se isola em um universo digital que não exige esforço nem criatividade.
Esse avanço silencioso do celular na vida da criança é perigoso porque cria uma desconexão com o mundo real. O bebê que deveria estar descobrindo sons, cores e gestos através da interação com os pais, acaba se desligando das situações que constroem vínculos e habilidades sociais.
O alerta é claro: quanto mais cedo a tela domina, mais difícil será recuperar o espaço da convivência e da aprendizagem saudável. A saúde pode estar em risco, a sensação da criança desfigurada, ela não tem noção de nada.
Referencias: Instituto.pesquisa@ocorpoexplica.com.br
