Câmara de Ponta Grossa mantém veto a projeto que permitia merenda escolar para professores


Imagem feito com uso de IA

A Câmara Municipal de Ponta Grossa manteve, nesta quarta-feira (14), o veto integral da prefeita Elizabeth Schmidt ao projeto de lei que autorizava professores e demais funcionários da rede municipal de ensino a consumirem alimentos preparados para os alunos que eventualmente sobrassem após as refeições. O veto foi mantido por 12 votos a 6, impedindo que a proposta entre em vigor.

Durante a discussão, o vereador Guilheme Mazer, autor do projeto, defendeu que a iniciativa tinha como objetivo evitar o desperdício de alimentos e oferecer segurança jurídica às direções das escolas que permitissem o consumo da merenda pelos servidores. Segundo o vereador, a proposta não previa a ampliação da quantidade de refeições nem mudanças no contrato de fornecimento da alimentação escolar.

Entre os argumentos apresentados pela Prefeitura para justificar o veto estão questões jurídicas, financeiras e contratuais, incluindo a possibilidade de acumulação de benefícios alimentares pelos servidores, que recebem vale-alimentação, e eventuais custos adicionais relacionados à terceirização do serviço.

O vereador Geraldo Stocco (PV), que votou pela derrubada do veto, defendeu que professores e funcionários também possam realizar suas refeições nas escolas e sugeriu a elaboração de uma nova proposta conjunta entre os parlamentares. Ele também destacou o potencial educativo das refeições compartilhadas com os estudantes, assim como acontecia em gestões anteriores.

Votaram pela manutenção do veto Divo, Florenal, Leandro Bianco, Paulo Balansin, Leo Farmacêutico, Professor Careca, Dr. Zeca, Ede Pimentel, Maurício Silva, Pastor Ezequiel, Julio Kuller e Fábio Silva.

Já Dr. Erick, Geraldo Stocco, Guilherme Mazer, Enfermeira Marisleidy, Ricardo Zampieri e Teka dos Animais votaram contra o veto. A vereadora Joce Canto não participou da votação.

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